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A nobre arte de delegar

A nobre arte de delegar
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Uma das grandes reclamações do chamado mundo moderno é o excesso de coisas para fazer e a velocidade com que tudo acontece. Essa preocupação é tão grande que chega a gerar saudosismo de tempos idos, quando os acontecimentos pareciam ser mais calmos.

Ora, mas a tecnologia não surgiu justamente para facilitar a nossa vida? O homem moderno parece ter errado quando viu que poderia ter mais tempo livre e, em vez de ir curtir a vida e cuidar de si, arrumou ainda mais trabalho.

Essa concentração de atividades sobre uma mesma pessoa gera estresse e insatisfação.

A saída é dominar a nobre arte de delegar, ou seja, de passar as responsabilidades para outras pessoas e ficar apenas com a supervisão.

Engana-se quem pensa que isso é exclusividade de executivos de multinacionais. Uma mãe, por exemplo, pode delegar o supermercado para a empregada doméstica, o passeio do cachorro para um dos filhos, etc.

A ideia de “se quer algo bem feito, faça você mesmo” é perigosa e pode gerar um volume de coisas maior do que o que você pode fazer. Para se sentir bem, procure aliviar isso diminuindo seus afazeres. Os resultados são bem animadores.

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